Fracionamento das refeições é importante para o emagrecimento

Ao contrário do que muitos pensam, fracionar as refeições é sim importante para o emagrecimento. O ideal é que pelo menos sejam feitas 6 refeições por dia: 3 principais (café da manhã, almoço e jantar) e mais três refeições menores (colação, lanche e ceia).

O fracionamento das refeições impede que as pessoas exagerem nas refeições principais e ingiram mais calorias do que deveriam ingerir. Se você toma seu café da manhã, por exemplo, às 7 da manhã e almoça às 12 horas, é importante que entre uma refeição e outra um lanche seja inserido, para que, na refeição seguinte, a sensação de fome não seja tão grande e para você não exagerar e acabar chutando o balde.

Não existe receita de bolo para emagrecer, mas há dicas que ajudam bastante no processo de emagrecimento e o fracionamento é um deles. Com refeições intermediárias, você otimiza o seu metabolismo, deixando-o menos lento. Quando o corpo começa a perceber que há uma distância muito grande entre uma refeição e outra, ele começa a reduzir seu metabolismo, para economizar energia até a próxima refeição, por isso, meu povo, nada de ficar horaaaaaas a fio sem comer.

Beijão

Jana.

Fat Pride não é apologia à obesidade

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Ciranda RosaVerde

(Ciranda Rosa Verde - R.Kioko)

Ultimamente tem se falado muito sobre o Fat Pride, que, traduzindo, significa Orgulho Gordo. O movimento Fat Pride já existe há alguns anos nos Estados Unidos, mas a mídia brasileira só o descobriu recentemente. Depois de descoberto o pote de ouro, algumas reportagens, como a do Fantástico, aconteceram com ares de grande novidade e abriu as portas para discussões e entre elas a mais famosa… O Fat Pride é ou não é apologia à obesidade?

Acho interessante como muita gente abre a boca para repetir frases feitas. O povo acha bonito dizer… “Olha só, eles estão fazendo apologia”… Às vezes nem sabem o que é apologia, mas fazer o que? Senso comum é uma maravilha, meu povo! Mas como eu ia dizendo, não há nada de apologia em buscar um espaço neste mundão, que vive tentando nos dizer, indiretamente ou diretamente mesmo, que temos que nos adequar. Seja pelos assentos apertados no avião, seja nas roupas de tamanho até o 46 na maioria das lojas, seja no olhar reprovador quando vamos à praia ou quando estamos caminhando felizes com quem gostamos ao lado. Parece que o tempo todo pedimos licença e aprovação e se dizemos que somos felizes, alguém (estúpido, obviamente) afirma que nenhum gordo é feliz! Como não??? Felicidade é algo extremamente subjetivo e sou feliz sim!!! Sou feliz porque tenho uma família que amo, bons amigos, porque estou viva, porque viajo, porque tenho bom humor e por outras tantas razões! Apesar de ter me disposto a perder uns quilos, isso nada tem haver com promessa de felicidade, mas sim para sair da zona crítica da obesidade grau III, que pode me fazer desenvolver alguns problemas como Diabetes tipo 2 e hipertensão.

Há muitas pessoas gordas com a saúde em dia. Pessoas que cuidam da alimentação, mas que não conseguem emagrecer por razões diversas. A obesidade é e sempre foi uma doença multifatorial, que pode envolver problemas hormonais inclusive. Há pessoas com o metabolismo mais lento e assim por diante. Com o movimento Fat Pride ganhando uma certa visibilidade, os discursos prontos aparecem e haja saco para tanta besteira proferida. Para mim, é um movimento legítimo, que não está aqui para convencer ninguém a ser obeso, até porque ninguém é obeso por escolha. O movimento está aí para humanizar as relações, para mostrar que temos vida e que esta vida é normal! Vivemos, trabalhamos, estudamos, amamos, fazemos sexo, viajamos, vamos à praia, cuidamos do nosso corpo e de nossa mente. O Fat Pride está buscando, como todos os movimentos que visam tirar grupos da posição de marginalizados, respeito principalmente e não aceitação. Ninguém, repito, está fazendo apologia à obesidade, mas está buscando o respeito negado a quem é obeso e que, todos os dias, sofre com o preconceito e com a estupidez da nossa sociedade made in salas de cirurgia.

Pode parecer paradoxal um blog sobre emagrecimento assumir ter orgulho por ser gordo. Eu tenho! Fábio tem! Principalmente, porque acima de qualquer rótulo aprisionante somos seres humanos. Como disse e repito, meu foco não é ser feliz depois de emagrecer. Sou feliz todos os dias, mesmo naqueles dias em que tudo parece dar errado! Quero apenas cuidar mais de minha alimentação e me afastar de doenças oportunistas, mas renunciar o que fui durante toda minha vida? Nunca! Mesmo perdendo alguns quilos, ainda serei gordinha e pretendo continuar assim. E faço coro com o restante dos gordos bem resolvidos! Tenho orgulho de ser o que sou e os incomodados que fiquem aí… a esperar pela felicidade da calça jeans tamanho 38.

Semana começando cheia de novidades!

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Olá a todos que acompanham o Mini! Mais uma semana começa e estou aqui cheia de novidades para contar. Algumas virão pela metade, porque só pretendo escrever sobre ela quando tudo estiver mais do que certo e fechado.

Bom, ontem tiramos, Fábio e eu, o dia para resolver algumas coisas. Fui fazer minha matrícula na especialização em Empreendedorismo em gastronomia. As aulas começam dia 12/09 e estou ansiosa. Não pretendo trabalhar como chef, mas pretendo dar aula. A gastronomia cada vez mais tem me chamado a atenção e pretendo buscar algo nesta área. Com a matrícula feita, agora é só esperar pelo início das aulas. Aos poucos, conto as novidades referente ao curso.

Ontem também saímos para resolver umas questões relacionadas à novidade, que ainda não posso adiantar, porque aprendi a nunca contar com o ovo na cloaca da galinha, usando expressão extremamente esdrúxula, mas que sintetiza o que penso sobre celebrações adiantadas. Só posso adiantar que tem haver com o Jeguiando, com um consulado específico, visto tirado e quase tudo pronto para embarcar!!!

Estou vivenciando uma boa fase. Tenho trabalhado muito no Jeguiando e os resultados estão chegando e de uma forma que nunca imaginei que chegaria. Tenho acreditado mais em nossos projetos, de Fábio e meu, e as coisas estão caminhando.

Em relação ao nosso emagrecimento, as coisas estão bem. Tranquilas, sem atropelamentos, com alguns tropeços conscientes, mas sem desistências. Estou bem, a cabeça no lugar, um sorriso grande no rosto e com vontade de colocar coisas para funcionar.

Bom, sei que as novidades chegaram pela metade, mas é assim mesmo. Quando tudo estiver confirmado, terei prazer em dividir isso com vocês! Agora, para começar a semana com o astral lá em cima, deixo um clip do Mika, “Big girl (You’re beautiful)”, que sintetiza o que penso sobre ser gordinha. Somos mulheres reais e que devemos nos valorizar todos os dias, mandando todo o preconceito imbecil às favas!

Reeducação alimentar: devagar e sempre!

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O título acima não foi colocado à toa! Quando pensamos em reeducação alimentar precisamos levar em conta principalmente estes dois pontos: que reeducar-se leva tempo, é um processo lento e gradual e que precisa de manutenção, como mesmo disse, para sempre!

FernandoBoteroPicnic

Imagem: Fernando Botero

Há uma diferença gigantesca entre quem opta por fazer dietas de perda de peso rápida e quem opta por seguir uma reeducação alimentar. Dietas restritivas e dietas desbalanceadas podem até fazer o indíviduo perder peso, mas, com certeza, não o fará manter. A idéia da dieta pura e simples sempre é associada a questões como perda de peso emergencial e a tempo estimado para seu fim. A reeducação alimentar não! Como mesmo disse anteriormente, reeducar-se em termos alimentares indica conhecimento dos alimentos, orientação por parte de profissional competente, como por exemplo nutricionistas, vontade de mudar hábitos e principalmente necessita de disciplina e de consciência, por parte de quem faz, que aquilo precisa ser mantido para toda a vida.

Este blog já tem mais de 2 anos no ar e, quem o acompanhou desde o início, sabe que durante vários meses mantive um programa de reeducação alimentar disciplinado. Como consequência, cheguei a perder mais de 25 quilos na época. Destes 25 quilos, só mantive 10 perdidos, justamente por não ter em mente, na época, que a reeducação alimentar não pode ter data para terminar. É algo que precisa de manutenção a vida inteira. Hoje estou retomando meu caminho, me disciplinando novamente e, como tenho um histórico familiar que abarca não somente problemas cardiovasculares, assim como diabetes, preciso encarar a reeducação como uma forma de me manter viva e saudável e não por motivos fúteis, como caber em calças jeans e afins.

Às vezes enacaramos o cuidado com a alimentação como algo que está fora da nossa rotina, algo extra e na verdade o cuidado com aquilo que levamos ao corpo deveria ser um ponto de atenção. Assim como cuidamos, todos os dias, das relações afetivas para que elas não se deteriorem, a escolha, a atenção dada aos alimentos reflete também na manutenção e na qualidade de nossa vida. Por isso, como tudo que precisa de esforço e dedicação contínua, seja relacionamento, seja trabalho, a reeducação alimentar também necessita acontecer de forma gradual, sem atropelamentos e tendo em vista principalmente um ponto… Que todo trabalho pode ser jogado no lixo, todo o investimento pode se perder, se não nos atentarmos para a manutenção, para o sempre!

Beijos,

Jana.

Dica de livro: A alquimia dos sabores

ALQUI

Estava organizando o material de Nutrição e (re)encontrei um livro, que utilizamos durante o curso  e que é muito interessante para quem está comprometido em mudar a alimentação. Quando decidimos aplicar mudanças em relação àquilo que comemos, é interessante que conheçamos um pouco mais sobre os alimentos e este livro é bem didático e foge da linguagem técnica, por isso resolvi indicá-lo.

O livro “A alquimia dos sabores: a culinária funcional”, de João Curvo, traz o conceito de alimentos funcionais, que seriam aqueles que “além de nutrir, ajudam a prevenir e tratar doenças”. O autor traz uma lista de alimentos funcionais e quais os benefícios trazidos através de seu consumo. Outro ponto tocado pelo autor está relacionado ao controle do “colesterol bom” (HDL) e do “colesterol ruim” (LDL) e da glicemia através de mudanças simples na alimentação.

Além de situar o leitor em relação às mudanças que ele pode aplicar em seu cotidiano, há uma série de receitas que levam alimentos funcionais em sua composição, sugestões de cardápios e um programa alimentar de uma semana, para ajudar o corpo a iniciar seu processo de equilíbrio.

Fica a dica então deste livro! Como disse, a leitura é fácil e com certeza auxiliará quem está disposto a rever sua alimentação.

Beijos

Jana.

Sou gordo, mas… Mas o que???

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cara e caretas cicciottela

(Cara e caretas - R. Kioko)

Outro dia, eu estava passeando por algumas comunidades do orkut e algo me chamou bastante a atenção. Há várias (não são poucas não!!!!) comunidades voltadas para gordinhos, cujos títulos são sempre pontuados pela conjunção adversativa “mas”. “Sou gordinha, mas sou gatinha”, “Sou gordinha, mas faço gostoso (tosco isso!)”, “Sou gordinha, mas sou linda”, “Sou gordinha, mas sou feliz”, “Sou gorda, mas sou bonita”, e assim por diante. Não vai dar para listar a quantidade de comunidades que giram em torno do mesmo tema.

O que me deixa talvez mais estupefata é o fato de que as pessoas entram nessas comunidades! Se a intenção era levantar a auto-estima… Desculpe! Mas não é com uma palavra colocada estrategicamente no meio, para justificar nossa existência no mundo, que isso vai acontecer. O aparente inofensivo “mas”, tão majestosamente inserido no meio de duas afirmações, “sou gordinha” e “sou bonita”, não vem para acrescentar nada, mas para justificar o injustificável. “Sou gordinha, mas posso ser bonita, viu?”. Francamente! É assim que as pessoas se constroem para o mundo? Como alguém que precisa sempre colocar um pé atrás em relação à sua própria identidade? Parece até que se alguém questionar a beleza do indivíduo, ele terá como sair pela tangente porque o “mas” vai tirá-lo de uma aparente saia justa!

Para se lutar contra o preconceito, contra a marginalização, acredito que este não é o melhor caminho. Não é nos colocando em cima do muro que conseguiremos respeito. Aceitação por parte dos outros, não! Respeito. Se auto-referenciar desta forma, procurando justificativas para ser parte da sociedade, não ajudará ninguém a enfrentar a estupidez alheia, logo, nada contra as boas intenções destas comunidades, mas acredito que em vez do “mas”, tenhamos coragem de assumirmos nossas diversas identidades sempre com um caráter de adição envolvido. Sou gordinha e sou bonita, em vez de sou gordinha, mas sou bonita. A diferença pode parecer miníma, mas o impacto das palavras em nossa auto-estima é grande. Eu ainda vou mais longe. Para mim, o melhor é se despir de todos os rótulos e viver cada dia. No momento que nos rotulamos, limitamos a forma como nos vemos e como os outros nos vêem também. Quero ser múltipla, quero ser plural, mas se você ainda tem a necessidade de rotulagens, livre-se do pé atrás, do “mas” e assuma, principalmente,  que você é tudo o que acredita ser, sem precisar de explicações e desculpas.

Jana.

R. Kioko e a estética das formas arredondadas

Eu sempre visito o blog de um velho amigo, o Gordinhas Lindas, para ver o que anda rolando e hoje tive uma grata surpresa, quando vi o trabalho da artista plástica R. Kioko. Definitivamente um trabalho fantástico!

VENUS2

Vênus - R. Kioko

Entre a combinação de cores lindas e das formas arredondadas, a artista plástica traduz a nossa beleza, tão singular e que grita por seu espaço, apesar de todo sufocamento a nós imposto pela sociedade.

asereia

A Sereia - R. Kioko

Em cada trabalho, que pude ver na amostragem do blog, há o singelo e a força de um trabalho, que espero sinceramente que tenha seu devido reconhecimento! Parabéns, Kioko. Parabéns pelo belo trabalho!!!!

Ciranda Dourada 13x13

Ciranda Dourada - R. Kioko

Jana.

O que tem rolado nos últimos dias além da reeducação alimentar

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Não só de reeducação alimentar vivem as pessoas! Se tem algo na vida que sempre faço questão de pontuar é que não espero para viver depois que emagrecer, até porque meu foco não é perder peso para caber em roupas de lojas da moda, em calças 36 e 38 e afins. Meu foco é sair da zona perigosa da obesidade e parar pelo menos no sobrepeso, para que meu coração e joelhos agradeçam!!! Acho uma estupidez descabida as pessoas se trancarem dentro de casa, não conhecerem pessoas novas, não irem ao cinema, não se amarem por estarem gordinhas. Oxe!!! A vida é o agora. O presente é a única coisa que temos, porque o passado vive na memória e o futuro é apenas uma possibilidade, uma projeção. Vivo o hoje!!!

Bom, nestas últimas semanas aconteceram várias coisas bacanas, que não poderia deixar de pontuar:

family

Painho, Binho, mainha e Nando na formatura dele em Psicologia.

- Meu irmão, Luiz Fernando Calaça, finalmente, se formou em Psicologia pela UFBA e eu estava lá para dar um abraço bem apertado naquele mocinho que tanto amo;

- Fiz minha 12ª tattoo, em homenagem a um dos quadrinistas que mais respeito, o Jim Davis. Agora o Garfield, esse gato gostoso, gordo, guloso, mora majestosamente em minha perna!!!;

garfield

O Garfield agora vive em minha perna esquerda!

- Em Salvador, revi, além da minha família, amigos que sempre fizeram a diferença em minha vida, pois, apesar de morarmos longe, nunca, por nenhuma “reconfiguração de vida”, desistiram de nossa amizade (Paulo, Lorena, Déa, Leo e Tati);

amigos

Eu, Paulo Duarte e Nando (meu irmão)

us

Déa, Lorena e eu

- Estou me organizando para iniciar a pós graduação em Empreendedorismo em gastronomia pela FAMESP;

- Já chegou aqui em casa reunião das 2582 tirinhas do Garfield, que eu estava esperando tanto;

- Estou retomando nossos blogs, além do Mini, o Jeguiando e o Casa de Burlesco;

- Estou revendo, aos poucos, os amigos daqui de Sampa, aqueles que estão fazendo com que eu aceite melhor a idéia de viver nesta cidade cinzenta. Estou descobrindo o colorido de Sampa através dos amigos, os verdadeiros… Claro! Nathy, Li, Caio, Rê e Erik, vocês são meus xodós!!! Agradeço a companhia e o apoio de sempre!;

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Nathy e Lilian

- Estou matando as saudades de Binho, já que ficamos, por causa da viagem à Salvador, mais de 15 dias sem nos vermos;

- De caderninho em mãos, estou retomando, sim, o controle de minha saúde!

Beijos a todos e vivam o presente!

Jana.

Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos – TACO

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Quando uma pessoa decide procurara ajuda de um nutricionista para iniciar um processo de reeducação alimentar, o mesmo passa por uma série de avaliações de acordo com seu peso, altura, fator de atividade, etc., para que seja determinada a quantidade de calorias que precisará ingerir para que a perda de peso seja segura. Ao montar um cardápio, o(a) nutricionista tem como referencial os valores calóricos e nutricionais encontrados nas tabelas de composição de alimentos e, no Brasil, a mais utilizada é a da TACO, desenvolvida e atualizada pela UNICAMP.

Segundo o site oficial, “o projeto TACO (Tabela Brasileira de Composição de Alimentos), coordenado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA) da UNICAMP e com financiamento do Ministério da Saúde – MS e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à FOME – MDS é uma iniciativa para proporcionar dados de um grande número de nutrientes em alimentos nacionais e regionais obtidos por meio de amostragem representativa e análises realizadas por laboratórios com competência analítica comprovada por estudos interlaboratoriais, segundo critérios internacionais”.

A tabela de composição de alimentos pode ajudar o indivíduo em processo de emagrecimento a conhecer melhor os alimentos, a quantidade calórica em 100g do produto e suas características nutricionais. Eu recomendo ter a TACO em casa para consulta até para que possamos fazer escolhas mais inteligentes em relação ao que comemos, mas tendo como base, claro, um programa alimentar pré-existente.

É fácil ter a TACO para consulta. Acesse o site e clique em TABELA para fazer o download do arquivo em PDF. Boa consulta!

Meu padrão é Renascentista!

primavera-botticelli

Se é para viver em uma sociedade cheia de padrões, de rótulos, massificante, vou então procurar meu lugar… Hahahaha! Meu padrão é Renascentista, tá?

Brincadeiras à parte, o jeito é realmente lançar mão do humor para não deixar a irritação tomar conta. Eu acho engraçado como as pessoas gostam de ser iguais umas às outras. Já toquei várias vezes neste assunto, mas é algo que não me canso de falar… Será que é tão bom ser igual, padronizar o corpo e a mente em nome de uma pseudo-aceitação, de uma pseudo-inclusão?

quadro

Os padrões de beleza são mutáveis. Artistas do Renascimento, por exemplo, tinham como musas mulheres de formas arredondadas, com barriguinha, quadris largos, seios fartos e é essa beleza que hoje, no século XXI, pintores como Fernando Botero resgata.

Vivemos, infelizmente, na era da plastificação, da negação do próprio corpo, da negação do envelhecimento. Mulheres enfrentam salas de cirurgia para as infinitas lipoaspirações (de onde algumas nem saem vivas), das aplicações de Botox, etc, tudo em nome de um ideal que nunca será atingido, pois se assim não fosse, não seria ideal. O que é um corpo ideal? É aquele que mora no mundo das idéias, na nebulosidade da imaginação, ou aquele que tem saúde, que funciona bem e que segue o ciclo natural das coisas, que recebe, como tudo, as marcas do tempo?

O corpo, para mim, é terreno sagrado e cada vez que uma mulher deixa de comer para caber em uma calça jeans tamanho 38, que embarca em problemas como distúrbios alimentares ou enfrentam infinitas cirurgias, será que ela está se respeitando como indivíduo? Será que ela está percebendo o quanto anti-natural é agredir dia-a-dia aquilo que é seu e que precisa de cuidados? É claro que se também adotamos uma alimentação torta, desequilibrada, também estamos nos agredindo, por isso que meu voto é pela vida e pela escolha em tentar levá-la de forma mais saudável. Não quero virar um cabide! Quero ter saúde e gosto da idéia das curvas pintadas pelos Renascentistas, do arredondado das formas… As formas, sim, perfeitas.