Artigo enviado pela Graduanda em Nutrição Andressa Juliane, colaboradora do Mini Size Us.

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Certamente você já ouviu falar inúmeras vezes da importância do consumo das vitaminas. Sim. No entanto, deve ter se perguntado: “para quê exatamente elas servem para o meu organismo?”.

Pois bem, a resposta a princípio é simples e ao mesmo tempo complexa. Isso porque as vitaminas têm inúmeras e das mais variadas funções em nosso organismo. Desempenham papéis importantes em reações metabólicas, atuando inclusive como cofatores enzimáticos. Ou seja, sem a presença delas, algumas reações metabólicas, essenciais para vida, simplesmente não ocorrem.

Os benefícios são incontáveis quando consumidas na medida certa, até porque, o bom senso e moderação é a palavra de ordem para qualquer alimentação saudável. E com as vitaminas não é diferente, pois seu consumo de maneira excessiva por meio da suplementação inadequada pode ser tóxico.

Existem dois grandes grupos de vitaminas: as lipossolúveis e hidrossolúveis. Começaremos pelo grupo das lipossolúveis, que compreendem as vitaminas A, D, E e K.
Vitamina A – encontrada na gema do ovo, leite integral, fígado bovino, vegetais folhosos verdes, cenoura, mamão, manga, nozes, germe de trigo, entre outros. Na realidade, vitamina A é um termo que engloba o retinol e os carotenóides, substâncias conhecidas como pro-vitamina A. Sendo o betacaroteno, a pro-vitamina A mais importante para a nutrição humana. É ele quem confere cores amareladas, alaranjadas ou vermelhas em frutas, verduras e legumes.

Alguns nutrientes podem afetar a absorção dos carotenóides e são necessários pelo menos 5g de gorduras* diários para uma absorção bacana. O álcool, por exemplo, dificulta a bioconversão do betacaroteno em vitamina A.

Na retina, o retinol se liga a proteína opsina, formando a rodopsina, essencial para a absorção da luz, necessárias para a visão. Além disso, a integridade da córnea depende do fornecimento de vitamina A. A deficiência causa a xeroftalmia, que se caracteriza pela cegueira noturna (decorrente da síntese deficiente de rodopsina), ressecamento da conjuntiva até ulceração da córnea.

Outras manifestações em função da deficiência de vitamina A são a anorexia e alteração de paladar e diminuição da resistência a infecções.
O excesso também pode ser tóxico, causando náuseas, vômitos, fadiga, fraqueza, cefaléia, unhas fracas e quebradiças, dor nos ossos, alterações das funções do fígado, etc.

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