Artigo enviado pela Graduanda em Nutrição Andressa Juliane, colaboradora do Mini Size Us.

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A Vitamina D é encontrada no óleo de fígado de bacalhau, atum, salmão, sardinhas, gema de ovo, manteiga e própria exposição ao sol.

A vitamina D pode ser ingerida na dieta (Vitamina D2 – Ergosterol) ou ser formada no organismo (Vitamina D3 – Calcitriol) pela pele sob exposição ao sol. A produção diária de vitamina D é alcançada após 30 minutos de irradiação solar.

Ambas as vitaminas são metabolizadas de maneira similar em nosso organismo: são transportadas ao fígado e convertidas em uma substância intermediária. Em seguida, esta substância é enviada ao rim. É exatamente no rim onde ocorre a conversão para a forma biologicamente ativa da vitamina D: o calcitriol, propriamente dito. Esse processo é regulado por um hormônio denominado paratormônio (PTH), sintetizado em nossas paratireóides (que são “pontinhos” localizados em nossa tireóide).

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Mas afinal, a essa altura você deve estar se questionando: “para que serve a vitamina D?” Bem, a principal função fisiológica dela é manter as concentrações de cálcio em equilíbrio. Como ela faz isso exatamente? Ela tem ações no intestino, rins e ossos. No intestino, por exemplo, atua aumentando a absorção do cálcio proveniente dos alimentos.

Deficiências em vitamina D causam raquitismo na infância e osteomalácia em adultos. O raquitismo ocorre por uma deposição de cálcio (e outros minerais) deficiente na matriz óssea, tornando os ossos fracos e amolecidos. O resultado são deformidades ósseas como pernas arqueadas, déficit na estatura, entre outras. A osteomalácia, por si, caracteriza-se pelo amolecimento dos ossos, causando dor óssea generalizada e deformidades ósseas na coluna, tórax e pelve.

Quanto ao excesso, o consumo de suplementos sem a devida orientação, pode levar a hipercalcemia. Ou seja, níveis elevados de cálcio. Este, quando em demasia, pode levar a formação de cálculos renais e de acordo com algumas literaturas, esclerose coronariana. Entretanto, a intoxicação pela vitamina D não é muito comum.

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